MAQ2O

O projeto MAQ2O - Monitorização, Avaliação e Qualidade na Educação de Segunda Oportunidade é uma iniciativa que visa desenvolver um projeto de investigação sobre o mapeamento de iniciativas de Segunda Oportunidade em Portugal e as práticas desenvolvidas pelas mesmas.

Tendo sido legislado em 2019, o Programa Nacional de Educação de Segunda Oportunidade (Programa 2O), que conta com oito escolas participantes, não contempla um referencial de monitorização e avaliação de processos, resultados e impacto da política, nomeadamente no que concerne à sua eficácia perante outras respostas públicas e privadas.

Assim, o projeto tem precisamente como objetivos mapear as iniciativas de segunda oportunidade e as suas práticas em Portugal, promover uma reflexão acerca da qualidade das suas ações educativas tendo em conta os processos e os resultados alcançados e criar um referencial sistémico de boas práticas de segunda oportunidade, permitindo a criação de um processo de monitorização e avaliação da iniciativa que alimente futuras políticas públicas nesta área.

Poderá consultar a página do projeto em www.maq2o.pt

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Questoes Frequentes

  • O Programa 2O constitui uma resposta socioeducativa concebida e desenvolvida por agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, doravante designados por escolas, em colaboração com outras entidades e instituições, visando:

    a) Combater o abandono escolar de jovens sem emprego nem qualificação, proporcionando-lhes formação qualificada dirigida às suas necessidades, expetativas e interesses específicos, em alinhamento com o mercado laboral local;

    b) Acompanhar de forma próxima o desenvolvimento da autonomia e integração socioprofissional dos jovens.

    O público-alvo do Programa 2O é constituído por jovens com idade superior a 15 anos, sem qualificação profissional e sem emprego, em situação de abandono há pelo menos um ano.

  • A Educação de Segunda Oportunidade em Portugal foi legislada pela primeira vez em 2019, através do Despacho 6954/2019. 

    Através deste diploma, foi possível estabelecer as linhas orientadoras que presidem a um programa de intervenção junto de jovens, que abandonaram o sistema educativo e em risco de exclusão social, proporcionando-lhes formação qualificada dirigida às suas necessidades, expectativas e interesses específicos, em alinhamento com o mercado laboral local, beneficiando ainda de um acompanhamento de forma próxima ao desenvolvimento da sua autonomia e integração socioprofissional.

    Institucionaliza-se o protocolo de cooperação como instrumento privilegiado para convergir para um mesmo programa de intervenção (Programa 2O), integrando no âmbito de escolas públicas, um conjunto de iniciativas e práticas existentes junto deste público-alvo.